sábado, 15 de novembro de 2008
Gestão democrática/ patrimonialista
Na interdisciplina de Gestão do Ensino Fudamental, estamos aprendendo acerca das deferenças entre os tipos de gestão. Vemos que a gestão democrática se faz como uma peça-chave para o funcionamento de uma escola que visa realmente fazer-se como lugar que serve como base para seus alunos crescerem. Assim, critérios como levar em consideração de forma significativa a opinião da comunidade escolar com abertura principalmente através de assembéias, como na construçãodo PPP, vêem ao encontro dessa idéia. Podemos pensar também que a gestão patirmominalista não consegue se adequar aos modelos de uma escola não-tradicional. A escola que preza por uma educação de qualidade, que semea valores de igualdade e compreensão, não pode tomar "partido" de uma gestão fechada que não tem como principal objetivo a administração de um bem público que pertence a todos e por todos deve ser ouvida.
domingo, 2 de novembro de 2008
Repressão na infância
"Se a criança vive com críticas,
ela aprende a condenar
Se a criança vive com hostilidade,
ela aprende a agredir
Se a criança vive com zombarias,
ela aprende a ser tímida
Se a criança vive com humilhação,
ela aprende a se sentir culpada
Se a criança vive com tolerância,
ela aprende a ser paciente
Se a criança vive com incentivo,
ela aprende a ser confiante
Se a criança vive com elogios,
ela aprende a apreciar
Se a criança vive com retidão,
ela aprende a ser justa
Se a criança vive com segurança,
ela aprende a ter fé
Se a criança vive com aprovação,
ela aprende a gostar de si mesma
Se a criança vive com aceitação e amizade,
ela aprende a encontrar amor no mundo"
Nosso Projeto Temático de Psicologia traz o tema "Repressão na infância: aspectos negativos na vida adulta". O grupo está pesquisando acerca de como as repressões que acontecem na infância influenciam na construção da personalidade a ponto de suas repercussões tornarem-se visíveis ainda na vida adulta. Nós nem imaginamos o quanto de nós é o que é hoje e que teve suas bases a partir de repressões.
Este processo não está ligado somente à construção da personalidade, mas também doenças psicossomáticas estão relacionadas com a repressão, como a asma, artrite, úlcera. Também é possível que o cansaço excessivo, as fobias e a impotência ou a frigidez derivem de sentimentos reprimidos. A repressão é o melhor mecanismo de defesa contra a exigência dos impulsos sexuais.
Mas até que ponto a repressão é algo negativo para a construção da personalidade?? Como uma pessoa pode formar-se sem saber lidar com repressões??
A repressão não pode ser vista como algo totalmente negativo. Se a criança não aprende a reprimir seus instintos, que tipo de adulto se tornará? Vemos hoje adolescentes infratores, dados à violência, porque não tiveram quem os reprimisse neste aspecto, onde a causa é o abandono moral dos pais em relação aos filhos. O medo de dizer não às crianças, pois tem a idéia errônea de que isto ocasiona traumas, também é outro lado da moeda a ser considerado.
Ainda temos muito pano pra manga!
sábado, 25 de outubro de 2008
Receita para alfabetização
Receita de alfabetização
Ingredientes:
1 criança de 6 anos
1 uniforme escolar
1 sala de aula decorada
1 cartilha
Preparo:
Pegue a criança, limpe bem, lave e enxágüe com cuidado. Enfie a criança dentro do uniforme e coloque-a sentadinha na sala de aula (decorada com motivos infantis). Nas oito primeiras semanas, sirva como alimentação exercício de prontidão. Na nona semana ponha a cartilha nas mãos da criança.
Atenção: tome cuidado para ela não se contamine com o contato de livros, jornais, revistas e outros materiais impressos.
Abra bem a boca da criança e faça com que ela engula as vogais. Depois de bem digeridas as vogais mande-a mastigar uma a uma as palavras da cartilha. Cada palavra deve ser mastigada no mínimo sessenta vezes. Se houver dificuldade para engolir separe as palavras em pedacinhos.
Mantenha a criança em banho-maria durante quatro meses fazendo exercícios de cópias. Em seguida, faça com que a criança engula algumas frases inteiras. Mexa com cuidado para não embolar.
Ao oitavo mês, espete a criança com um palito, ou melhor, aplique uma prova de leitura e verifique se ela devolve pelo menos 70% das palavras e frases engolidas.
Se isso acontecer: Considere a criança alfabetizada. Enrole-a num bonito papel de presente e despache-a para serie seguinte.
Se isso não acontecer: se a criança não devolver o que lhe foi dado para engolir, recomece a receita quantas vezes for necessário. Se não der resultado, ao fim de três anos enrole a criança em um papel pardo e coloque um rótulo: “aluno renitente”.
Alfabetização sem receita
Pegue uma criança de seis anos ou mais, no estado em que estiver, suja ou limpa, e coloque numa sala de aula onde exista muita coisa escrita para olhar, manusear e examinar.
Sirva jornais velhos, revistas, embalagens, anúncios publicitários, latas de óleo vazias caixas de sabão, sacolas de supermercado, enfim tudo o que estiver entulhado os armários de sua casa ou escola e que tenha coisas escritas.
Convide a criança para brincar e ler, adivinhado o que está escrito. Você vai descobrir que ela sabe muita coisa!
Converse com a criança, troque idéias sobre quem são vocês e as coisas de que gostam ou não. Depois escreva no quadro algumas coisas que foram ditas e leia para ela.
Peça à criança que olhe as coisas escritas que existem por ai, nas ruas, nas lojas, na televisão. Escreva alguma dessas coisas no quadro.
Deixe a criança cortar letras, palavras, e frases dos jornais velhos. Não esqueça de pedir às crianças que ela limpe a sala depois, explicando que assim a escola fica limpa.
Todos os dias leia em voz alta alguma coisa interessante: histórias, poesia, noticia de jornal, anedota, letra de música, adivinhação, convite, mostre uma nota fiscal algo que você comprou, procure um nome na lista telefônica. Mostre também algumas coisas escritas que talvez a criança não conheça: dicionário, telegrama, carta, livro de receitas.
Desafie a criança a pensar sobre a escrita e pense você também. Quando a criança estiver tentando escrever, deixe-a perguntar ou ajudar o colega. Aceite a escrita da criança. Não se apavore se a criança estiver “comendo” letras. Até hoje não houve caso de ”indigestão alfabética”.
Invente sua própria cartilha, selecione palavras, frases e textos interessantes e que tenham que ver com a realidade da criança. Use sua capacidade de observação, sua experiência e sua imaginação para ensinar a ler. Leia estude sempre e muito.
*Autora: Marlene Carvalho
Acho que esta mensagem traz muitas reflexões para os educadores, principalmente para aqueles que trabalham com a Alfabetização. Nossas crianças ao entrarem na escola vão construindo uma idéia de escolarização que muitas vezes leva para o resto da vida. Se esta entrada não for trabalhada a fim de deixar a criança mais a vontade, inserida em um meio que lhe proporciona mais atração e possibilidade de "diversão" e conhecimento, grandes problemas serão acarretados em relação à escola. Com a nova lei do Ensino Fundamental de 9 anos, as crianças estão entrando na escola um ano mais cedo, visto que poucas frequentam creches e escolinhas antes da entrada para o ensino regular. São muito pequenas e precisam ter a liberdade que um criança precisa nessa idade. Não precisa apenas de decoreba e represão. Precisa de ludicidade, de mostrar o que já sabe, de conhecer novas experiências e lançar-se no mundo letrado sem traumas!Com prazer em ler!
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
15 de outubro... o que comemorar??
15 de outubro. Dia do Professor. O que comemorar?
Vejamos... O que se espera de nós e a realidade que temos:
Somos orientados e cobrados a dar aulas criativas, sair da rotina sempre, usar novas técnicas, planejamento perfeito, pesquisa, estar sempre em constante aperfeiçoamento, conhecer de perto tanto o seu aluno como a realidade ele vive, ensinar o aluno a pensar, a ser um cidadão crítico. Estar sempre de bom humor, ser amável, não aumentar o tom de voz, ter paciência, ser persistente, ser compreensível.
É isso que se espera de um bom professor. No entando para cumprir essas "exigências" o professor acaba se tornando uma peça única no mundo.
Como planejar, pesquisar, aperfeiçoar-se... se a caraga horária está sempre cheia, muitas vezes 60 horas semanais apenas dentro de sala de aula? Onde encontrar tempo?
Como conhecer de perto o seu aluno, a sua realidade, dar assistência, compreendê-lo... se muitos professores têm turmas enormes, os que trabalham por área chegam a ter centenas??
Como fazer os alunos pensarem, serem cidadãos críticos, se muitas vezes eles estão imersos em uma realidade que pouca perspectiva lhe proporciona? Como conseguir com que seus alunos façam uma reflexão séria, se o problema mais simples dele é a horário da merenda, pois não tem nada o que comer em casa, ou seu pensamento está no abusador de ontem à noite?
Como estar de bom humor, ter orgulho da profissão, se esta é uma das únicas que, por mais que se faça um bom trabalho, nunca se ganha uma promoção... pois as promoções que existem são os triênios, quinqüênios, que pouco dependem da qualidade do que se faz?
Como não perder a paciência, ser dócil, carinhoso, bem humorado, se muitas vezes a agressão (física e verbal) para com o professor é diária e a falta de respeito e educação já tem raízes muito anteriores à escola?
Além de tudo isso, se espera que o professor tenha um pouco de enfermeiro, para solucionar pequenos acidentes cotidianos, um pouco se psicólogo, para das o apoio e apontar alguns caminhos, e tantas outras profissões que se misturam com a nossa.
Como????
Pois o verdadeiro EDUCADOR consegue! Consegue fazer faculdade, arranja tempo para outras atividades, pesquisa, planeja... Ele consegue captar apenas em um segundo de convivência com o aluno, o que este realmente está precisando. ELE consegue mergulhar seu aluno em um mundo que, a princípio não parece ser seu, através de histórias e diversas estratégias que como num passe de mágica faz com que perceba que aquela história, é a história de sua vida e que precisa ser refletida mais vezes e mais seriamente. ELE consegue ter paciência, ouve muita coisa que não gostaria, mas quando SENTE as vibrações boas alcançadas, vale por uma vida, faz com que o gás seja recuperado todos os dias e que a compreensão seja sempre maior do que a revolta pelas coisas erradas que vê por aí.
Então, hoje devemos comemorar essa figura que está além da vã compreensão humana, pois seus esforços por uma nova sociedade são sobre-humanos. Hoje devemos comemorar por aqueles que ainda acreditam que a sua tarefa, apesar se todas as dificuldades, ainda vale a pena. Cabe-nos escolher ser ELE, o educador, ou apenas o professor... que apenas conta os minutos, os períodos, os dias, as horas... Como diria Mário Quintana: "Eles passarão, eu passarinho".
Termino a minha reflexão com esta mensagem, que diz tudo sobre a educação nos dias atuais:
"O professor disserta sobre ponto difícil do programa.
Um aluno dorme,
Cansado das canseiras desta vida.
O professor vai sacudí-lo?
Vai repreendê-lo?
Não.
O professor baixa a voz,
Com medo de acordá-lo."
Carlos Drummond de Andrade
Vejamos... O que se espera de nós e a realidade que temos:
Somos orientados e cobrados a dar aulas criativas, sair da rotina sempre, usar novas técnicas, planejamento perfeito, pesquisa, estar sempre em constante aperfeiçoamento, conhecer de perto tanto o seu aluno como a realidade ele vive, ensinar o aluno a pensar, a ser um cidadão crítico. Estar sempre de bom humor, ser amável, não aumentar o tom de voz, ter paciência, ser persistente, ser compreensível.
É isso que se espera de um bom professor. No entando para cumprir essas "exigências" o professor acaba se tornando uma peça única no mundo.
Como planejar, pesquisar, aperfeiçoar-se... se a caraga horária está sempre cheia, muitas vezes 60 horas semanais apenas dentro de sala de aula? Onde encontrar tempo?
Como conhecer de perto o seu aluno, a sua realidade, dar assistência, compreendê-lo... se muitos professores têm turmas enormes, os que trabalham por área chegam a ter centenas??
Como fazer os alunos pensarem, serem cidadãos críticos, se muitas vezes eles estão imersos em uma realidade que pouca perspectiva lhe proporciona? Como conseguir com que seus alunos façam uma reflexão séria, se o problema mais simples dele é a horário da merenda, pois não tem nada o que comer em casa, ou seu pensamento está no abusador de ontem à noite?
Como estar de bom humor, ter orgulho da profissão, se esta é uma das únicas que, por mais que se faça um bom trabalho, nunca se ganha uma promoção... pois as promoções que existem são os triênios, quinqüênios, que pouco dependem da qualidade do que se faz?
Como não perder a paciência, ser dócil, carinhoso, bem humorado, se muitas vezes a agressão (física e verbal) para com o professor é diária e a falta de respeito e educação já tem raízes muito anteriores à escola?
Além de tudo isso, se espera que o professor tenha um pouco de enfermeiro, para solucionar pequenos acidentes cotidianos, um pouco se psicólogo, para das o apoio e apontar alguns caminhos, e tantas outras profissões que se misturam com a nossa.
Como????
Pois o verdadeiro EDUCADOR consegue! Consegue fazer faculdade, arranja tempo para outras atividades, pesquisa, planeja... Ele consegue captar apenas em um segundo de convivência com o aluno, o que este realmente está precisando. ELE consegue mergulhar seu aluno em um mundo que, a princípio não parece ser seu, através de histórias e diversas estratégias que como num passe de mágica faz com que perceba que aquela história, é a história de sua vida e que precisa ser refletida mais vezes e mais seriamente. ELE consegue ter paciência, ouve muita coisa que não gostaria, mas quando SENTE as vibrações boas alcançadas, vale por uma vida, faz com que o gás seja recuperado todos os dias e que a compreensão seja sempre maior do que a revolta pelas coisas erradas que vê por aí.
Então, hoje devemos comemorar essa figura que está além da vã compreensão humana, pois seus esforços por uma nova sociedade são sobre-humanos. Hoje devemos comemorar por aqueles que ainda acreditam que a sua tarefa, apesar se todas as dificuldades, ainda vale a pena. Cabe-nos escolher ser ELE, o educador, ou apenas o professor... que apenas conta os minutos, os períodos, os dias, as horas... Como diria Mário Quintana: "Eles passarão, eu passarinho".
Termino a minha reflexão com esta mensagem, que diz tudo sobre a educação nos dias atuais:
"O professor disserta sobre ponto difícil do programa.
Um aluno dorme,
Cansado das canseiras desta vida.
O professor vai sacudí-lo?
Vai repreendê-lo?
Não.
O professor baixa a voz,
Com medo de acordá-lo."
Carlos Drummond de Andrade
domingo, 31 de agosto de 2008
Ser Professor...
Quando decidimos entrar um uma determinada profissão, vamos pouco a pouco adquirindo o "formato" dela através da prática e de nossos estudos. o Tornar-se professor é algo que vai além da nossa imaginação quando iniciamos.
Desde criança tive vontade de ser professora, minha família também me incentivou muito e devagar fui consolidando essa vontade! Minha formação começou em 2001 quando entrei para o Curso Normal. Nestá época nem imagina quantos eram os desafios que viriam pela frente! Tornar-se professor exige primeiramente muito amor por aquilo que faz para ter coragem de não apenas compreender o seu papel dentro da sociedade, mas assumir todos com prós e contras que esta escolha acarreta. Hoje em dia precisamos estar sempre abertos para renovações, já que o nosso principal papel é de ensinar muito além da leitura, da escrita, das artes... nosso papel está dentro de um plano maior que tem por objetivo fazer com que os alunos sejam leitores de toda a sua sociedade e a partir dessa leitura tornar-se cidadão crítico, agente transformador dessa sociedade. Essa idéia deve estar sempre presente em nossa formação.
Nas palavras de Paulo Freire encontro uma reflexão muito importante sobre isso:
"Se a mudança faz parte necessária da experiência cultural, fora da qual não somos, o que se impõe a nós é tentar entendê-la na ou nas suas razões de ser. Para aceitá-la ou negá-la devemos compreendê-la, sabendo que, se não somos puro objeto seu, ela não é tampouco o resultado de decisões voluntaristas de pessoas ou grupos... É neste sentido que uma educação crítica, radical, não pode jamais prescindir da percepção lúcida da mudança que inclusive revela a presença interveniente do ser humano no mundo. "(FREIRE, Paulo. Pedagogia da indignação, pág 17)
Sábias palavras que nos alertam sobre a importância de construir-se um profissional de opinião própria, dedicado e principalmente crente de que sua missão é muito importante para o rumo do nosso mundo!
terça-feira, 12 de agosto de 2008
Organização do tempo...
Na segunda atividade do Seminário Integrador organizamos uma tabela com os horários da semana que dispomos para as mais diversas atividades.
Acredito que esta tabela será de grande utilidade, já que se seguirmos o que ali está previsto certamente o nosso semestre terá muito mais rendimento, não só no âmbito estudantil, mas em todos os seguimentos de nossa vida.
A organização das atividades de acordo com o tempo que dispomos é algo que deve fazer parte de nossa rotina!
Abaixo encontra-se o link com a minha tabela:
http://carinasoares.pbwiki.com/Carina_tempo
Acredito que esta tabela será de grande utilidade, já que se seguirmos o que ali está previsto certamente o nosso semestre terá muito mais rendimento, não só no âmbito estudantil, mas em todos os seguimentos de nossa vida.
A organização das atividades de acordo com o tempo que dispomos é algo que deve fazer parte de nossa rotina!
Abaixo encontra-se o link com a minha tabela:
http://carinasoares.pbwiki.com/Carina_tempo
sábado, 9 de agosto de 2008
E o 5º semestre vem chegando...
Neste semestre teremos seis interdisciplinas, onde que todas despertam em mim uma grande curisidade. Todas elas falam um pouco mais da escola como estrutra dentro da nossa sociedade. Toda essa parte mais "formal" de leis e diretrizes despertam muito interesse, já que, por exemplo, na parte de gestão não tenho nenhuma experiência efetiva de planejamento, pois sempre trabalhei em sala de aula. Muito bom que nosso curso consiga abordar estes assuntos, já que ninguém está livre de ter que desenvolver trabalhos nesta área. A organização do Ensino fundamental, principalmente agora com base em 9 anos também fará com que muitas dúvidas sobre essa lógica sejam resolvidas.
Para que possamos ter certeza do chão que trabalhamos, devemos ter nítido a sua forma de organização, e assim o Projeto Pedagógico vem ao encontro da nossa realidade dentro da escola, já que ele norteia a nossa ação como um todo. Contudo, a Psicologia para Adultos é a que mais está me chamando atenção. Além do PEAD, eu cursava História na UNISINOS, mas devido à minha grande paixão, neste semestre troquei de Curso e passei para Psicologia... o que indica que meus estudos aqui e lá serão base um para o outro. Seminário Integrador, como sempre, faz a costura entre as disciplinas com suas atividades desafiadoras, não podendo também deixar de esperar nesta área um trabalho bem concreto para nossa realidade escolar, já que as outras interdisciplinas indicam isso!
Quanto à orgazinação, acredito que o estabelecimento de horários para cada interdisciplina durante a semana irá ajudar para que o trabalho seja levado de forma constante, assim, planejo também fazer mais postagens no Portfólio para ter uma "caminhada" bem registrada por aqui!
Eixo 5... Aí vamos nós!!!
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